Valorização, empoderamento e condições de trabalho da enfermagem: uma reflexão
DOI:
10.24276/rrecien2021.11.35.92-97Palavras-chave:
Satisfação no Trabalho, Enfermagem, EmpoderamentoResumo
A necessidade de mudanças nas condições de trabalho da enfermagem tem sido amplamente discutida devido à sobrecarga de trabalho, remunerações defasadas e alta rotatividade resultando em consequências sérias para a saúde do trabalhador e para a qualidade dos atendimentos. Objetivo: O objetivo do estudo é discorrer acerca das condições de trabalho da Enfermagem no Brasil. Metodologia: Trata-se de um estudo de reflexão teórica onde serão abordados aspectos do trabalho da Enfermagem, violência no trabalho e valorização profissional. Discussão: é sabido que para a existência de um sistema de saúde forte se faz necessário ter a frente profissionais reconhecidos e valorizados e o empoderamento do Enfermeiro dentro dos serviços de saúde pode modificar positivamente o cenário de saúde do país. Considerações Finais: No entanto, o fortalecimento da categoria através de políticas públicas se faz necessário para a ascensão e autonomia do Profissional Enfermeiro.
Downloads
Referências
Thumé EFAC, Acioli S, Fassa MEG. Formação e prática de enfermeiros para a atenção primária à saúde - avanços, desafios e estratégias para fortalecimento do sistema único de saúde. Saúde Debate. 2018; 42(spe1):275-288.
Avila LI, Silveira RS, Lunardi VL, Fernandes GFM, Mancia JR, Silveira JT. Implicações da visibilidade da enfermagem no exercício profissional. Rev Gaúcha Enferm. 2013; 34(3):102-109.
Cassiani SHB, Silva FAM. Expanding the role of nurses in primary health care: the case of Brazil. Rev Latino Am Enferm. 2019; 27:e3245.
Silva BM, Lima FRF, Farias FSAB, Campos ACS. Jornada de trabalho: fator que interfere na qualidade da assistência de enfermagem. Texto Contexto Enferm. 2006; 15(3):442-448.
Novaretti MCZ, Santos EV, Quitério LM, Daud-Gallotti RM. Sobrecarga de trabalho da Enfermagem e incidentes e eventos adversos em pacientes internados em UTI. Rev Bras Enferm. 2014; 67(5):692-699.
Organização Mundial da Saúde. Ambientes de trabalho saudáveis: um modelo para ação para empregadores, trabalhadores, formuladores de política e profissionais. Brasília: SESI/DN. 2010.
Santos RR, Paiva MCMS, Spiri WC. Associação entre qualidade de vida e ambiente de trabalho de enfermeiros. Acta Paul Enferm. 2018; 31(5):472-479.
Bordignon MM. Problemas de salud entre profesionales de enfermería y factores relacionados. Enfermería Global. 2018; 17(3):435-469.
Baptista PCP. Violência no trabalho: guia de prevenção para os profissionais de enfermagem. São Paulo: COREN-SP. 2017.
Pedro DRC, Silva GKT, Lopes APAT, Oliveira JLC, Tonini NS. Violência ocupacional na equipe de enfermagem: análise à luz do conhecimento produzido. Saúde Debate. 2017; 41(113):618-629.
Faro ACM, Souza LA. Os caminhos da enfermagem de Florence à globalização. Enferm Glob. 2010; (20).
Cassiani SHB, Silva FAM. Ampliação do papel do enfermeiro na atenção primária à saúde: o caso do Brasil. Rev Latino Am Enferm. 2019; 27:e3245.
Oliveira LO, Oliveira JHR, Godoy LP, Lorensett DB, Godoy TP. Análise de riscos ocupacionais para implantação de melhorias em uma clínica renal. Rev Adm UFSM. 2013; 6(4):720-739.
Melo PRS, Rios ECSD, Gutierrez RMV. Equipamentos para Hemodiálise. BNDES Setorial. 2000; 12(s/n):105-134.
Publicado
- Visualizações 0
- PDF downloads: 0