Equipamentos médicos assistenciais na terapia intensiva: percepção do familiar

Autores

  • Cláudia Ferreira da Fonseca clferrreira1@gmail.com
    Enfermeira
  • Vanessa Galdino de Paula vanegalpa@gmail.com
    Universidade do Estado do Rio de Janeiro
  • Luana Ferreira de Almeida luana.almeida3011@gmail.com
    Universidade do Estado do Rio de Janeiro
  • Raquel de Mendonça Nepomuceno raquel.nepomuceno@gmail.com
    Universidade do Estado do Rio de Janeiro
  • Danielle de Mendonça Henrique danimendh@gmail.com
    Universidade do Estado do Rio de Janeiro
  • Andrezza Serpa Franco dezza.franco@gmail.com
    Universidade do Estado do Rio de Janeiro

DOI:

10.24276/rrecien2020.10.32.62-70

Palavras-chave:

Unidades de Terapia Intensiva, Relações Profissional-Família, Equipamentos e Provisões Elétricas

Resumo

Descrever a percepção dos familiares em relação aos equipamentos médicos assistenciais em uma UTI geral adulto. Estudo descritivo, exploratório, abordagem qualitativa, realizado em uma unidade de terapia intensiva adulto, localizada no Estado do Rio de Janeiro. A coleta de dados ocorreu no período de julho a agosto de 2018. Participaram 20 familiares, que responderam uma entrevista com perguntas abertas e fechadas, os dados foram analisados segundo a análise de conteúdo de Bardin. Os conteúdos foram agrupados por semelhança, originando 95 unidades de registro, nove subcategorias e três categorias: “A essencialidade dos equipamentos médicos assistenciais como parte da assistência na UTI”, “Sentimentos negativos expressos pelos familiares” e “Necessidade de esclarecimentos sobre a utilização dos equipamentos médicos assistenciais”. Os resultados podem estimular mais profissionais a investigar as relações em outras UTI, a partir da vivência de pacientes, equipe e família, e busquem o acolhimento de todos nesse ambiente.

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Biografia do Autor

Cláudia Ferreira da Fonseca, Enfermeira

Enfermeira. Universidade do Estado do Rio de Janeiro.

Vanessa Galdino de Paula, Universidade do Estado do Rio de Janeiro

Doutora em Enfermagem e Biociências. Professora Assistente da Faculdade de Enfermagem da Universidade do Estado do Rio de Janeiro.

Luana Ferreira de Almeida, Universidade do Estado do Rio de Janeiro

Doutora em Educação em Ciências e Saúde. Professora Adjunta da Faculdade de Enfermagem da Universidade do Estado do Rio de Janeiro.

Raquel de Mendonça Nepomuceno, Universidade do Estado do Rio de Janeiro

Doutora em Enfermagem. Professora Adjunta da Faculdade de Enfermagem da Universidade do Estado do Rio de Janeiro.

Danielle de Mendonça Henrique, Universidade do Estado do Rio de Janeiro

Doutora em Enfermagem. Professora Adjunta da Faculdade de Enfermagem da Universidade do Estado do Rio de Janeiro.

Andrezza Serpa Franco, Universidade do Estado do Rio de Janeiro

Doutora em Enfermagem e Biociências. Professora Assistente da Faculdade de Enfermagem da Universidade do Estado do Rio de Janeiro.

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Publicado

31-12-2020
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Como Citar

FERREIRA DA FONSECA, C. .; GALDINO DE PAULA, V. .; FERREIRA DE ALMEIDA, L.; MENDONÇA NEPOMUCENO, R. de .; MENDONÇA HENRIQUE, D. de .; SERPA FRANCO, A. Equipamentos médicos assistenciais na terapia intensiva: percepção do familiar. Revista Recien - Revista Científica de Enfermagem, [S. l.], v. 10, n. 32, p. 62–70, 2020. DOI: 10.24276/rrecien2020.10.32.62-70. Disponível em: https://recien.com.br/index.php/Recien/article/view/311. Acesso em: 1 abr. 2025.

Edição

Seção

Artigos Originais